Foi no passado dia 2 de Novembro, que as meninas do Grupo Azul fizeram uma brilhante atuação, com o apoio entusiástico dos utentes!
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terça-feira, 19 de novembro de 2013
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
A desfolhada
Aproveitando os dias de Verão que ainda se fazem sentir neste
início de Outono resolvemos relembrar as velhas tradições fazendo uma
Desfolhada (o que nalgumas localidades se chama Descamisada) que é basicamente
tirar as folhas/camisas ao milho. Participaram quase todos os utentes entre
autónomos e dependentes e mostraram de que massa é feita a nossa gente. Com
muita alegria e num instante descamisaram o milho que podem ver nas imagens. No
fim “posaram” com o “troféu” nas mãos. A seguir quando o milho estiver seco
iremos debulhar o milho. Esperemos que o tempo ajude.....
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
A procissão das festas da Bidoeira de Cima
As festas de Bidoeira de Cima realizam-se no 4º domingo do mês de agosto. São organizadas por um grupos de jovens escolhidos pelos mordomos da festas que se encontram a decorrer nesse mesmo ano. Os mordomos são apresentados à comunidade no domingo das festas, cerca das 20 horas, numa cerimónia muito apreciada pelos residentes. A partir desse dia os mordomos recém-apresentados, que acabaram de receber o testemunho, iniciam os preparativos da festa que se irá iniciar no ano seguinte.
Durante todo o ano organizam um sem número de iniciativas de modo a angariar fundos que cubram as despesas da festa. Se não conseguirem os fundos necessários terão que ser eles a suportar os encargos. Esse risco faz com que seja cada vez mais difícil encontrar mordomos disponíveis.
As atividades apresentadas pelos mordomos à comunidade, no dia da festa, são de acesso livre e totalmente gratuitas. Este facto aliado à qualidade do programa apresentado faz com que estes festejos sejam os mais populares da região. Todas as grandes figuras da música popular portuguesa já passaram pela Bidoeira de Cima.
Os festejos são o ponto de encontro de uma comunidade espalha pelos oito lugares que compõem a freguesia ( Bidoeira de Baixo, Bidoeira de Cima, Carriço, Casais da Bidoeira, Mata da Bidoeira, Pêga, Texugueira e Vale Coelho) e também daqueles que tiveram que procurar a sua realização pessoal noutras cidades do país ou no estrangeiro.
A procissão é o ponto forte da romaria. As pessoas organizam-se em grupos e “enfeitam” um andor que é transportado por quatro pessoas, por vezes ajudada por mais duas. Os mordomos, para além do seu trabalho, “carregam” também um andor, com a sua contribuição monetária. O mesmo acontece com os vários lugares da freguesia. A paróquia dos Milagres, cumpre a tradição e colabora com um andor enfeitado.
Os vários andores, que podem atingir 2 ou 3 dezenas, e as fitas, levam o contributo para fazer face à despesas. O pároco, protegido pelo pálio, e as filarmónicas, que com a sua música animam a procissão, completam um cortejo cheio de cor e alegria.
Durante todo o ano organizam um sem número de iniciativas de modo a angariar fundos que cubram as despesas da festa. Se não conseguirem os fundos necessários terão que ser eles a suportar os encargos. Esse risco faz com que seja cada vez mais difícil encontrar mordomos disponíveis.
As atividades apresentadas pelos mordomos à comunidade, no dia da festa, são de acesso livre e totalmente gratuitas. Este facto aliado à qualidade do programa apresentado faz com que estes festejos sejam os mais populares da região. Todas as grandes figuras da música popular portuguesa já passaram pela Bidoeira de Cima.
Os festejos são o ponto de encontro de uma comunidade espalha pelos oito lugares que compõem a freguesia ( Bidoeira de Baixo, Bidoeira de Cima, Carriço, Casais da Bidoeira, Mata da Bidoeira, Pêga, Texugueira e Vale Coelho) e também daqueles que tiveram que procurar a sua realização pessoal noutras cidades do país ou no estrangeiro.
A procissão é o ponto forte da romaria. As pessoas organizam-se em grupos e “enfeitam” um andor que é transportado por quatro pessoas, por vezes ajudada por mais duas. Os mordomos, para além do seu trabalho, “carregam” também um andor, com a sua contribuição monetária. O mesmo acontece com os vários lugares da freguesia. A paróquia dos Milagres, cumpre a tradição e colabora com um andor enfeitado.
Os vários andores, que podem atingir 2 ou 3 dezenas, e as fitas, levam o contributo para fazer face à despesas. O pároco, protegido pelo pálio, e as filarmónicas, que com a sua música animam a procissão, completam um cortejo cheio de cor e alegria.
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