quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A desfolhada


Aproveitando os dias de Verão que ainda se fazem sentir neste início de Outono resolvemos relembrar as velhas tradições fazendo uma Desfolhada (o que nalgumas localidades se chama Descamisada) que é basicamente tirar as folhas/camisas ao milho. Participaram quase todos os utentes entre autónomos e dependentes e mostraram de que massa é feita a nossa gente. Com muita alegria e num instante descamisaram o milho que podem ver nas imagens. No fim “posaram” com o “troféu” nas mãos. A seguir quando o milho estiver seco iremos debulhar o milho. Esperemos que o tempo ajude.....

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Dia Internacional do Idoso 2012


No dia 1 de Outubro comemorámos o Dia Internacional do Idoso 2012. Como tínhamos feito jogos quando fomos ao convívio no parque de merendas em que alguns utentes não participaram e os utentes participantes gostaram tanto resolvemos voltar a fazê-los. Os jogos efectuados foram de  atenderam às limitações dos residentes de modo a que todos os que quisessem participar pudessem fazê-lo. Começámos pelo jogo do bowling, seguindo-se o jogo do garrafão e o jogo do burro. Todos participaram inclusive a Directora Técnica, que não jogou tão bem como os idosos, e a Animadora. Foi uma risota geral. Depois demos uma pequena lembrança aos idosos, elaborada pelos mesmos, com material totalmente reciclável como podem ver nas fotos seguido de um lanche com umas fantásticas argolinhas de coco.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Dia dos avós no Solar do Castanheiro a 26-07-2012

O Dia dos Avós dos nossos residentes foi doce e animado. Começámos por confeccionar os bolos para o nosso lanche, fizemos “scones” e bolinhos de coco. Tivemos um lanche muito agradável com a aniversariante do dia D. Maria do Carmo que fez 85 anos. Terminamos de uma forma muito divertida com música tradicional portuguesa cantada e tocada por todos nós.

Mensagem escrita pelos Avós:
A Vida de um Avô e de uma Avó
 É uma experiência única!
Sentimo-nos mais realizadas!
Pensamos que esgotamos o amor com os filhos, mas não!
Afinal...temos mais amor para dar!
É uma graça ainda maior!
É um recomeço com maior certeza e mais firmeza!
São segundos filhos!
É um prazer!
É uma alegria muito grande!
É bom conviver com os netos!
Adoro os meus netos e eles adoram-me!
Quando os vejo até choro de alegria!
É como ter mais um curso!
É uma festa quando estão todos juntos!
É uma amor especial!
É tudo na vida!
É sinal que estamos vivos!

Dos Avós do Solar do Castanheiro
26 de Julho de 2012

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A procissão das festas da Bidoeira de Cima

As festas de Bidoeira de Cima realizam-se no 4º domingo do mês de agosto. São organizadas por um grupos de jovens escolhidos pelos mordomos da festas que se encontram a decorrer nesse mesmo ano. Os mordomos são apresentados à comunidade no domingo das festas, cerca das 20 horas, numa cerimónia muito apreciada pelos residentes. A partir desse dia os mordomos recém-apresentados, que acabaram de receber o testemunho, iniciam os preparativos da festa que se irá iniciar no ano seguinte.
Durante todo o ano organizam um sem número de iniciativas de modo a angariar fundos que cubram as despesas da festa. Se não conseguirem os fundos necessários terão que ser eles a suportar os encargos. Esse risco faz com que seja cada vez mais difícil encontrar mordomos disponíveis.
As atividades apresentadas pelos mordomos à comunidade, no dia da festa, são de acesso livre e totalmente gratuitas. Este facto aliado à qualidade do programa apresentado faz com que estes festejos sejam os mais populares da região. Todas as grandes figuras da música popular portuguesa já passaram pela Bidoeira de Cima.
Os festejos são o ponto de encontro de uma comunidade espalha pelos oito lugares que compõem a freguesia ( Bidoeira de Baixo, Bidoeira de Cima, Carriço, Casais da Bidoeira, Mata da Bidoeira, Pêga, Texugueira e Vale Coelho) e também daqueles que tiveram que procurar a sua realização pessoal noutras cidades do país ou no estrangeiro.
A procissão é o ponto forte da romaria. As pessoas organizam-se em grupos e “enfeitam” um andor que é transportado por quatro pessoas, por vezes ajudada por mais duas. Os mordomos, para além do seu trabalho, “carregam” também um andor, com a sua contribuição monetária. O mesmo acontece com os vários lugares da freguesia. A paróquia dos Milagres, cumpre a tradição e colabora com um andor enfeitado.
Os vários andores, que podem atingir 2 ou 3 dezenas, e as fitas, levam o contributo para fazer face à despesas. O pároco, protegido pelo pálio, e as filarmónicas, que com a sua música animam a procissão, completam um cortejo cheio de cor e alegria.